A economia solidária revela sua força quando a assistência técnica encontra a determinação de quem produz. No Extremo Sul baiano, o CESOL cumpre o papel essencial de lapidar iniciativas promissoras, como a Floricultura Volte a Sorrir, em Alcobaça. Mais do que uma relação institucional, o que se observa no Assentamento Edite Xavier é um trabalho de escuta e cooperação que transforma realidades.
A trajetória deste empreendimento é marcada pela resiliência. Iniciada com um investimento de apenas R$ 500,00 e o desafio de superar perdas no cultivo de suculentas, a floricultura encontrou no suporte do CESOL o fôlego necessário para expandir.

A presença das agentes socioprodutivas Daniele Costa, Elenice Rocha Lima e Liliane Lima Silva, junto à agente de vendas Vânia Sales, simboliza o lado humano da política pública. Elas atuam diretamente no “chão da estufa”, compreendendo as dores da empreendedora e oferecendo soluções que vão do manejo correto à estratégia de mercado.
Essa proximidade é o diferencial que permite a transição de um negócio de subsistência para uma estrutura profissional, que hoje conta com duas estufas e uma identidade em fortalecimento. O acompanhamento técnico humanizado garante que o conhecimento chegue onde ele é mais necessário, corrigindo gargalos produtivos e injetando confiança na gestão do negócio.

A parceria entre o CESOL Extremo Sul e a Floricultura Volte a Sorrir demonstra que o sucesso no campo não se faz apenas com insumos, mas com pessoas. Ao valorizar a história e o esforço de cada empreendedor, o CESOL não apenas fomenta a geração de renda, mas promove a dignidade e a autonomia de famílias que fazem da terra o seu sustento e o seu futuro.
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